Mais um policial militar lotado no 23° Batalhão da Polícia Militar, em Parauapebas, foi preso na manhã desta quarta-feira (31). Ele também é acusado de participação em um homicídio e mais crimes ocorridos no dia 10 de Março deste ano, na Capital do Minério.

O sargento Sandro Daniel Mota Pantoja está arrolado no mesmo inquérito da Divisão Estadual de Crimes Funcionais (Decrif), responsável pelas prisões dos soldados da PM, Cosme Neto Sousa Medeiros e Arthur Sampaio Pinheiro Martins, ambas ocorridas na manhã da última quarta-feira (24), na Capital do Minério.

 

Sargento aguarda audiência de custódia

 

Soldados que foram presos na semana passada

No inquérito, que agora não é mais segredo de justiça, fala-se sobre um bando criminoso formado por PMs de Parauapebas e populares, responsável por homicídios na cidade, além de outros crimes.

Nesta manhã, o sargento prestou depoimento na Delegacia de Parauapebas e depois foi encaminhado para exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), de onde seguiu para o Quartel, e vai aguardar audiência de custódia, que deve ocorrer amanhã (1).

 

DEFESA TEM ÁLIBI

Em conversa com o Portal Papo Carajás, a defesa do sargento Sandro, representada pela advogada Lorrane Ribeiro Rosa, afirma que existe um álibi para comprovar que o policial não teve participação nos crimes. “Se a acusação for esse homicídio ocorrido no dia 10 de Março, a defesa assegura que o sargento estava em uma chácara na zona rural onde caçava na companhia de um amigo. Inclusive, vamos trazer essa testemunha para depor à polícia”, revelou Lorrane Ribeiro.

 

No tocante a prisão dos outros policiais, a advogada afirmou que não tem muito o que se falar, haja vista que o processo confeccionado pela Decrif saiu de segredo de justiça recentemente e somente agora vai chegar à Parauapebas para conhecimento de todos. “Quanto a meu cliente, o que tenho para falar é isso, ele não estava na cidade no dia dos crimes”, finalizou.

 

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