Servidores da educação pública paralisaram, conforme anunciado, suas atividades laborais na manhã de hoje, segunda-feira (18). “O prefeito Adonei Aguiar teve a oportunidade de evitar que essa medida fosse tomada, pois, desde o início do governo procuramos o diálogo, mas, obtivemos como resposta ataques pessoais”, conta Hebber kennady, Coordenador da subsede do SINTEPP, naquele município, dando conta de que, além de vários direitos violados dos trabalhadores em educação, outro ponto cobrado pelos educadores naquela cidade é o retroativo, que deixaram de receber.

Na lista dos direitos violados pelo governo de Curionópolis estão: Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), redução da jornada dos vigias e o triênio das merendeiras.

A paralisação, de acordo com Hebber Kenady, é a sinalização para greve que poderá ser deflagrada a qualquer momento, caso o prefeito Adonei Aguiar, através da Secretaria Municipal de Educação, não proceda as conversações com negociações e concretizações das medidas devidas. “Mais uma vez estamos dando ao prefeito a oportunidade de evitar o desgaste público, através de uma greve, o que só comprometeria o ano letivo”, explica o coordenador sindical, detalhando que a paralisação iniciou com atos públicos que já estão ocorrendo nesta manhã.

Portanto, mesmo sob as alegações apresentadas pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará (SINTEPP), a Secretaria Municipal de Educação de Curionópolis repudia a postura da entidade sindical em conduzir a categoria à paralisação, o que qualifica como injustificável e sem base legal.

 

 

Reportagem: Francesco Costa/Pebinha de Açúcar

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