A Polícia Civil do Pará prendeu Rômulo Gonçalves Benchimol, conhecido como “AG”, principal suspeito de assassinar Jô Tavares da Silva e ocultar o corpo no Rio Parauapebas, no sudeste do estado. A vítima estava desaparecida desde o último sábado (18), quando foi vista pela última vez.
De acordo com as autoridades, após ser detido, o suspeito indicou o local onde teria descartado o corpo, em um trecho do rio próximo ao aterro sanitário de Parauapebas. Desde então, equipes do Corpo de Bombeiros realizam buscas intensivas na região, mas enfrentam dificuldades por conta do aumento do nível das águas, provocado pelas fortes chuvas que atingem a região nos últimos dias.
As operações seguem em andamento, com mergulhadores e equipes especializadas vasculhando as áreas indicadas. A expectativa é de que, com a redução das chuvas ou melhora nas condições do rio, os trabalhos possam avançar de forma mais eficaz.
A Polícia Civil informou que o caso está sendo investigado em todas as suas circunstâncias, com o objetivo de esclarecer a motivação do crime e a dinâmica dos fatos. Testemunhas estão sendo ouvidas e diligências continuam sendo realizadas para reunir provas que possam fundamentar o inquérito.
A morte de Jô Tavares da Silva gerou comoção na comunidade local, que acompanha com apreensão o desenrolar das investigações. Familiares e amigos aguardam respostas e cobram justiça.
Até o momento, a polícia não divulgou detalhes sobre o que teria motivado o crime. O suspeito permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações prosseguem.
