O exame necroscópico realizado em Larissa da Cruz Morata, de 29 anos, encontrou 14 equimoses em diferentes partes do corpo da técnica em radiologia, morta após ser atingida por um disparo de arma de fogo em Embu das Artes, na Grande São Paulo.
O laudo integra a investigação conduzida pela Polícia Civil para esclarecer as circunstâncias da morte. As marcas foram identificadas nas mãos, nos pés, nos joelhos e na perna esquerda da vítima.
Segundo o documento, uma das equimoses estava localizada na lateral da mão esquerda, próxima ao dedo mínimo. Outra foi identificada no dorso da mão direita.
O exame também registrou duas marcas nos pés. Nos joelhos, foram encontradas cinco lesões: três no lado direito e duas no esquerdo.
A perna esquerda apresentava outras cinco equimoses, com medidas entre 1 e 1,5 centímetro. Entre todas as marcas descritas, as maiores tinham aproximadamente 4 centímetros por 2 centímetros.
Apesar de registrar as lesões, o laudo não determina quando elas foram provocadas nem aponta a causa específica. As equimoses, portanto, não são suficientes, isoladamente, para concluir se foram provocadas por uma agressão, queda ou outro tipo de ocorrência.
A coloração das marcas também não permite estabelecer com precisão quando os ferimentos aconteceram. Por isso, os achados deverão ser analisados em conjunto com os demais elementos da investigação.
O exame apontou ainda a presença de fios de cabelo soltos sobre a calça de Larissa.

